sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Ah...o amor!

Estou em dívida com esse blog. EU SEI.

Ando ocupada com o ócio.

Mas ao invés de dar desculpas esfarrapadas por não postar aqui vou simplesmente postar...



AI,AI...O AMOR!


Eu tenho certa dificuldade de tratar desse assunto em textos públicos por que, como toda pessoa apaixonada, acho que ninguém será capaz de compreender a complexidade e a profundidade de meus sentimentos. Eu acho que sou a pessoa que mais ama no mundo, acho algumas vezes que eu e Gustavo somos o único casal verdadeiramente feliz e apaixonado no mundo, por que depois de dois anos de namoro ainda não superei essa paixão toda quando penso no meu namorado... Eu ainda o olho com olhos de uma menininha de 16 anos apaixonada pelo seu primeiro namorado que igualmente a ama, e a faz feliz, mas com maturidade de quem passou por maus bocados durante esse tempo todo para manter um relacionamento. Ainda mais por que eu não sou uma pessoa muito fácil, e ele é o único doido capaz de me aturar...mas não estou aqui para falar do Gustavo.


Vim falar desse filme aqui. Ex. Traduzido como "Ah...o amor!"
Filme italiano. Não sei quem são os atores, o diretor não conheço, mas é um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos, quiçá na vida.
Eu sou uma manteiga derretida dos cinemas, choro até vendo 'O Massacre da Serra Elétrica' (de medo, mas choro) e me emociono muito vendo filmes de romance, dramalhões com final feliz, ou dramalhões com finais trágicos...mas se tem algo que, por mais agradavel que seja, raramente me emociona é comédia romantica. Por que a maioria das comédias romanticas tendem a padronizar relacionamentos, a criar um ideal do que um casal deve ser, com o que deve se parecer, e você acaba se sentindo meio errado por que afinal de contas, não é daquele jeito. Eu pelo menos não me identifico com casais cujo problema é 'tenho medo de compromisso'. Nunca tive. Não me identifico com casais que não se entendem por bobagens, se odeia por um tempo, depois se ama magicamente. Simplesmente por que acho que uma relação só evolui com convivencia, paciencia e MUITA mas MUITA força de vontade de cada um para que dê certo. Não é assim, no meu ponto de vista: está tudo bem, a relação esmorece, termino, odeio, sinto falta, volto. Isso nunca vai dar numa relação saudável ao meu ver.
E aí que entra o filme 'Ex'.
O filme trata de tramas paralelas que se entrelaçam por meio de algum personagem ou alguma história dos personagens.
Sergio é um professor universitário e psicologo divorciado pai de duas filhas, o típico garanhão na crise da meia idade que tem várias namoradas mais jovens e se declara um divorciado convicto. Sua ex-mulher morre e ele se vê cuidando de duas filhas adolescentes e começa a lidar com a realidade de que a separação foi, na realidade, uma fuga para a maturidade. Lida com problemas como a filha que já é ativa sexualmente, a saudade da ex-mulher. É comovente a mudança de atitude deste personagem, o que chamam de desconstrução do personagem. Atuação muito comovente e as cenas com as filhas excelentes.
Seu melhor amigo, o juiz da vara de familia, Luca enfrenta o divorcio de um casamento de muitos anos com sua mulher Loredana, enquanto simultaneamente tenta convencer um casal de clientes a não se separar. Enquanto isso muda-se para o apartamento de seu filho de 20 anos.O final desse personagem é muito bonito, me surpreendeu como ele opta pela decisão mais sensata e mais humana e não pela mais óbvia.
Elisa está de casamento marcado com Conrrado e quando vão marcar a igreja se depara com o amor de sua vida, seu ex namorado Lorenzo, que agora é o padre, inclusive o padre que celebrará sua cerimônia.
Davide e Paolo disputam o coração da mesma mulher até que uma situação inusitada e trágica une os dois rivais.
QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE NÃO É MERA COICIDÊNCIA:
Giulia e Marc vivem juntos em Paris numa relação harmonica e feliz, até que uma oportunidade de emprego na Nova Zelândia faz com que Giulia tenha que se separar de seu amado, pelo menos fisicamente. Os dois mantem uma relação à distância, mas que relação a distância resiste aos ciúmes e a imaginação de quem ficou na casa vazia, de quem o pedaço de si está faltando? Que final o deles dois, não vou falar, quero que todos vejam esse filme, mas não pude deixar de me emocionar e beijar muito meu namorado querido, pois passou um filme na minha cabeça também.
Mas, o que faz desse filme um filme maravilhoso?
Primeiramente, não é a história em si de cada um dos casais mas o modo delicioso como essa história é contada. As atuações impecáveis, os diálogos irônicos, o fato do filme ser italiano e cheio de expressão corporal, o fato de não padronizar as relações e não tentar buscar uma fórmula perfeita para cada uma delas. E para mim o que mais me impactou no filme é a mensagem direta:
Relacionamento exige compromisso.
Eu vejo em muitos sites, blogs, muitas revistas, muitos livros, muitos programas na televisão, as pessoas tentando desesperadamente buscar um padrão para relacionamentos, algo que todos os relacionamentos devem conter. A maioria deles se atem em assuntos que ao meu ver são superficiais: fidelidade, exigências de um e de outro, comparações entre o que um faz melhor do que o outro. Sei que muitos vão me atirar pedras por eu dizer que fidelidade é superficial mas é, a medida que os relacionamentos são baseados em NADA. São baseados em expectativas, baseados em segredos que você esconde do seu namorado, marido, parceiro, baseados em aparencias que você gosta de manter perto daquela pessoa que você gosta pro que tem medo que ele não vai gostar de um ou outro defeito seu. Relacionamento nenhum resiste a isso, bem como fidelidade nenhuma é fiel o bastante nesses casos.
Nenhum relacionamento é bem sucedido sem que nos dispamos de todas as nossas camadas de 'Eu' até acharmos quem somos de fato, portanto, nenhum relacionamente vai bem sem auto-conhecimento. Portanto, temos sempre que estar em uma constante busca e evolução, por que se amamos muito alguém, queremos sempre buscar o que há de melhor em nós, e aperfeiçoar cada vez mais o que já está bom. Se isso já é trabalhoso para quem está disposto, imagina para quem não tem essa disposição? É sacrificante! A maioria das pessoas não tem noção do que vem a ser esse auto-conhecimento. Acham que é conhecer defeitos e qualidades e ponto. É muito maior que isso. Engloba conhecer limites, conhecer o lado ruim, conhecer as burrices, conhecer os preconceitos, enfim, repito, é sacrificante. Portanto, a maior parte dos relacionamentos que vejo no meu dia a dia é superficial. O meu era superficial, o de todos foi por esse aspecto. O sentimento sempre foi verdadeiro, sempre houve muito amor,mas nem sempre houve tanta compreensão e muito menos conhecimento, falo isso por que eu sempre fui uma pessoa dificil.
O filme discute muito sobre casamento, fala muito sobre essa união eterna e indissoluvel, essa benção ou esse karma como alguns dizem por ai. O filme dispara: o casamento é ou não é horrivel? Para que casar? Para se cansar da pessoa? Para cair na rotina?
Mas o filme também afirma: Para que ficar só? Para não poder disfrutar da alegria de ter uma pessoa, incondicionalmente, apaixonadamente, ao seu lado, sempre que houver uma dificuldade ou uma felicidade para ser dividida?
O meu tempo por aqui no computador já está acabando mas eu afirmo...
Casamento, na igreja ou não, devia ser proibido sem acompanhamento psicologico nos periodos antecedentes. Ok, brincadeira. (ou não, até que é uma idéia)
Casamento, hoje em dia, como praticamente tudo, é discutido de uma maneira totalmente artificial e
(Já perceberam como as pessoas agora se limitam a falar: tal assunto é ruim. tal assunto é bom.
é bom por que é legal. é ruim por que é chato. Não se vê mais profundidade nas questões. É bom ou ruim. E acabou.)
as pessoas se limitam a dizer que casamento significa vidinha pacata, sexo com hora marcada, rotina e filhos.
Será que não há quem enxergue o casamento como um ato de amor? Como uma vontade mútua de pessoas que se amam profundamente e que resolvem planejar uma vida lado a lado? Dividindo intimidades, dividindo o dia-a-dia, dividindo as questões mais banais e as mais complexas! Eu conheço um casal (um único casal) de pessoas aproximadamente da minha idade que é casado, por que todo o resto de pessoas que eu conheço incluindo eu se considera muito novo para casar e surpresa: nenhum deles acha que casamento é perda de tempo.Eles são felizes! Culpe a dopamina, culpe qualquer coisa, eu culpo o amor e o compromisso.
Não digo que pessoas não podem se divorciar, que o amor não pode eventualmente se transformar em outro tipo de amor (amor morrer acho um tanto dificil, só mesmo se você descobrir que ama um sociopata) mas o que digo é que finalmente um filme não ridiculariza o casamento. E digo:
Amigos, pensemos antes de nos comprometermos sériamente com uma pessoa, pensemos na profundidade do sentimento e na profundidade do nosso comprometimento conosco. O que seriamos capazes de fazer para sermos melhores para a pessoa que amamos? E finalmente: o quão estamos dispostos a fazer para manter uma relação?
Não há relacionamento sem dias dificeis, sem brigas, sem complicações, mas esses dias só serão superados com maturidade, equilibrio e paciencia, muita paciencia. E muita, mas muita MESMO força de vontade.
Blablabla
vou ver House

sábado, janeiro 02, 2010

Pra que odiar TANTO?

Post rapidinho por que estou muito cansada, apenas reflexao de ultima hora.
Desculpem a falta de acentos, desculpem a pressa, desculpem se ofende.


Por que tem gente que odeia TANTO e com TANTA intensidade TANTA coisa?
Eu tenho meus odios, na realidade, odeio algumas coisas e nao sao poucas, confesso! Mas convenhamos, a quem o odio faz bem? Nao ha quem seja feliz odiando tanto as coisas, as pessoas, os lugares, as musicas, tudo!
No ponto de vista espiritual, nem preciso dizer o quanto isso faz mal para o espirito, a alma, o karma ou o que quer que voce acredite. Eu nao tenho nenhuma crenca especifica mas deve fazer um mal danado mesmo por que no corpo, acredite, vemos o reflexo do nosso odio.
Quando focamos tanto numa pessoa ou em algo que a gente odeia, o coracao acelera, empalidecemos, sentimos o corpo todo contraido, nos irritamos, e deixamos de aproveitar momentos preciosos!
Quando falamos tanto de algo que odiamos, lembramos TANTO daquilo que nos faz mal! Alem do mais, andei reparando que muita gente no Orkut tem mais comunidades de "Eu odeio tal coisa" do que "Eu amo coisa e tal" e, olhando um orkut de um garoto chamado "X" finalmente caiu a ficha no quanto as pessoas usam o odio para auto afirmarem sua capacidade de se divertir MUITO ,sua inteligencia, seu estilo de se vestir, seu estilo musical , sua religiao, seu dinheiro qualquer atributo pelo qual se sinta favorecido.
Nem preciso falar que o Orkut eh totalmente utilizado para se auto afirmar! As pessoas adoram expor sua diversao (colocando fotos DAQUELA noitada CHEEEIA de internas ), daqueles artistas que sao SUPREMOS, daquela religiao que IDOLATRA, qualquer coisa, orkut vem a ser o auge da tentativa de se auto afirmar, quem nunca poe uma coisa esperando que aquela ou aquelas pessoas vejam e percebam determinado assunto?
Mas voltando ao assunto do odio, resolvi falar dele por que realmente me preocupa o fato de algumas pessoas focarem tanto taaanto no ODIO para mostrar que sao superiores.

Inteligencia, bondade, honestidade (especialmente com seus sentimentos) e equilibrio sao as atitudes que mais me agradam em uma pessoa. Eu particularmente nao sou a mais equilibrada do mundo, minhas emocoes sempre oscilam, mas adoro ter ao meu lado gente madura e que busca equilibrio. Logo, nao gosto de pessoas ignorantes, maldosas, desonestas e enlouquecidas... mas eu consigo superar isso. Ignorancia infelizmente nao posso lutar contra, por que uma pessoa ignorante nao necessariamente eh uma pessoa sem educacao...existem PHDs por ai formados em 3 faculdades que sao extremamente ignorantes de sensibilidade humana, sao preconceituosos, empinam o nariz e nao se propoe a ensinar nada nunca a ninguem, se julgam tao inteligentes que beiram a incapacidade de socializar com pessoas diferentes, que acham que soh aquilo que eles creem eh o certo. A ignorancia esta presente em gente que tem dinheiro suficiente pra se bancar em faculdades carissimas por exemplo, reclamam da violencia da policia do Rio de Janeiro e pelo menos duas vezes por semana sobe o morro e vai cheirar um po.
Se tem algo que realmente me (desculpe o termo) broxa numa pessoa eh ignorancia.
E maldade, preciso dissertar sobre? ODEIO gente ruim, ruim mesmo, esse eh meu maior odio, talvez.
Mas pra que eu vou entrar em 899 comunidades sobre o quanto eu odeio onibus lotado, o quando eu odeio pessoas crueis, o quando eu odeio Adolf Hitler, o quando eu odeio voce?
As comunidades, creio eu, sao uma maneira divertida de voce demonstrar o quanto as coisas divertem voce, o quanto voce adoraria conhecer Londres por exemplo, ou a sua comida favorita... exemplos bobos, eu sei, mas acho que entrar em uma comunidade soh pra falar mal de determinado individuo, para criticar tais coisas, para odiar ja eh necessidade de dizer 'Viu? Eu odeio isso por que sou melhor que voce que gosta", afinal convenhamos que essas comunidades de odeio isso ou aquilo sao extremamente ofensivas, sempre chamam as pessoas que gostam disso ou daquilo de ignorantes, burros, etc enquanto na realidade eh meramente uma questao de gosto! Realmente, alguns tem uns gostos esquisitos, alguns adoram se alienar, mas pra que me preocupar com esses gostos? Essas coisas vao embora com o tempo, o que eh bom sempre eh o que prevalece, como Shakespeare, Vinicius e Lady Gaga (mentira gente haha)

Antes que me digam: entao tenho que ser hipocrita quanto ao que eu gosto ou nao?
NAO!!!
Eu nao gosto de um milhao de coisas mas o que digo eh: nao acho nem um pouco necessario ficar falando das coisas e ofendendo pessoas pelo que voce tanto odeia, ate por que repito, eh desgastante!

Nao se preocupe em chocar a sociedade, a gente nao precisa odiar as coisas para chocar a sociedade, como algumas pessoas que conheci ha uns anos atras teimam em afirmar! A gente pode chocar a sociedade, por exemplo, parando de odiar e fazendo algo maravilhoso de modo que chamemos atencao para aquilo que tanto amamos. Uma musica quem sabe, ou um livro, ou uma invencao, nao sei, mas ja eh algo melhor do que reclamar, e odiar, e odiar!
Vou entrar em uma comunidade: Eu odeio quem tem comunidades 'eu odeio'


Eu to sentindo que nao expressei o que queria expressar :S

P.S. Ja que o assunto eh esse:

- Odeio preconceito especialmente racial, intelectual, cultural, monetario.
- Odeio gordura humana (acho nojento)
- Odeio fedor.
- Odeio drogas, acho o fim.
- Odeio Skol.
- Odeio onibus, especialmente lotado.
- Odeio supermercado com fila.
- Odeio filmes dublados a nao ser desenhos.
- Odeio os livros que o Paulo Coelho escreve.
- Odeio refluxo.



Soh me lembro desses odios agora, eh bom que ja extravasei! HAHA

{Nem falo sobre aqueles odios que nao fazem mal pra ninguem como odiar ser irritado, odiar acordar cedo. Percebam que meu post fala sobre quem fala o quanto odeia as pessoas, ou aquela determinada escolha de alguem, ou aquele estilo de alguma coisa, ou aquela maneira de pensar sobre tal assunto. Ou simplesmente quem odeia demais}

feliz ano nuevo!

(mas amo tantas coisas que nem cabem no peito!)

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Dialética

"Dialética era, na Grécia Antiga, a arte do diálogo, da contraposição e contradição de idéias que leva a outras idéias."
Eu acredito no wikepedia, afinal meu professor de filosofia no STJ me disse a mesma coisa! E b
ásicamente é isso que pode ser esperado de mim. Uma das coisas que venho aprendendo esses últimos tempos é que tudo que pensamos deve ser mil vezes repensado, reavaliado, para que enfim possamos concluir sobre determinado assunto. Quem me conhece sabe que quando estou nervosa jamais consigo exercer essa arte de contrapor o que estou pensando no momento, portanto pode achar hipocrisia da minha parte falar sobre isso, mas quem me conhece PROFUNDAMENTE sabe que eu penso e repenso muitos aspectos da minha vida, e mesmo na hora do nervosismo, tomando determinada decisão, levo comigo a certeza de que tudo pode ser pensado mais vezes ate enfim chegar a conclusão final sobre uma pessoa, um caso, uma historia. Adoraria colocar o nome do blog de dialetica, mas não foi possível. Então ficou o meu nada criativo "Oh! Verneaux!" que possui inúmeras variantes. Um exemplo delas esta no titulo do blog! Confira!

Por que os papagaios?

Eu amo esses papagaios que moram com minha m
ãe e meu padrasto e que, como vivem cerca de 90 anos, provavelmente serão herdados por mim. Papagaios tem muita personalidade, ao todo temos 8 e cada um tem seu próprio jeitinho e mete o bico onde não é chamado do seu jeitinho especial. Acho também que essa foto define como sou quando quero me expressar: enérgica!
Combina com a energia despojada e intensa que desejo transmitir!

Ok, já que estamos entendidos, posso iniciar a divers
ão.
Um blog muitas vezes serve como diário, serve para desabafos, serve para divulgarmos de textos que deviam ser internacionalmente conhecidos...Um blog serve para nosso ego, para a posteridade, para que ficamos conhecidos de algum modo.
Whatsoever, o meu blog serve basicamente para escritos que acho que devam ser postados, sej
am eles desabafos, textos para divulgação, diário, façam bem para o meu ego, algo que eu queira me lembrar, tanto faz como tanto fez. O que interessa eh exercitar minha escrita e divulgá-la, quem sabe, futuramente.


N
ão vamos procurar definições para nos mesmos. Li em alguma vez que quem se define, se limita. Concordo com isso em termos. Creio que a auto-definição cria em nos um bloqueio em relação ao novo, ao que vem de fora, a visões diferentes sobre um mesmo assunto embora creia piamente que as pessoas devem sim ater-se a certezas em relação a si mesmas sempre buscando um auto-conhecimento e uma compreensão sobre o que ela vem a ser, no que acredita certo, no que acredita ser valioso, que valores espera encontrar nas pessoas a sua volta. E isso, meus caros, podemos ver que esta faltando nas pessoas, esse auto julgamento, essa certeza sobre si mesmo.
Vejo isso em atitudes inclusive de amigos queridos, pessoas que se unem a outras por nao conhecerem a si mesmas, e não saberem o que para elas pode ser melhor.
Depois de tantos pensamentos imperfeitos, deixo um marco sobre meus assuntos superficias:

18 anos, geminiana, prefiro dormir e comer, gosto muito de filmes, sou Beatlemaniaca com seriedade, adoro musica, namoro um musico, adoraria saber tocar ou cantar, mas nem levo jeito pra coisa!

Amo Beatles com todas as minhas forças e nem vou explicar o quanto eu sou vidrada neles.
John Mayer, Tom Jobim, Richie Kotzen, The Cranberries, Metallica, Nirvana, Pearl Jam, Chico Buarque
figurinhas normais no meu iPod.
Gosto de ouvir uma Bossa Nova, Samba, Jazz, Blues, Classica, Pop.

Sobre filmes, prefiro-os legendados com toda certeza a menos que sejam desenhos animados.
"As Horas", "Closer", "Moulin Rouge", "Cinema Paradiso", "Sociedade dos Poetas Mortos", "Breakfast at Tiffany's", "Entrevista com um vampiro", "Romain Holiday", "My Fair Lady", "The Sound of Music", "Aladdin", "O Rei Le
o".
Filmes que realmente gosto.

Quanto a leitura, amo ler e leio com frequencia.
E
ça de Queiros, Goethe, Machado de Assis, Rubem Fonseca, Jane Austen, Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Pessoa, Shakespeare, Poe... tantos que admiro, chega ate a ser difícil falar quantos autores ou poetas realmente gosto.
"As Afinidades Eletivas" de Goethe, "Vastas emoções e pensamentos imperfeitos" de Fonseca e "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen foram livros que muito me marcaram entre tantos outros.

"Me sinto hoje muito mais ampla do que jamais fui. Tão ampla que venho me perdendo em mim mesma." OhV!

Audrey Hepburn